SALA DE LEITURA DA EAT

SALA DE LEITURA DA EAT
Vê-se CS Lewis no Quadro Central, ladeado por seus livros, o Busto de MacDonald à direita e a "Vela do Saber" acesa.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Fim de ano: conversando sobre as hipocrisias desta época


Quem jamais se perguntou sobre se gosta ou não das festas de fim de ano? Quem jamais deixou de notar o quão cruéis podem ser as melhores relações de amizade naquelas ocasiões natalinas, onde a sociedade inteira não consegue disfarçar as suas intenções maliciosas e acaba pondo as unhas de fora? Enfim, é uma hora para questionar coisas que todo mundo sabe, mas ninguém quer dizer ou tem coragem para chafurdar o período tão pararicatório das festas de fim de ano, no qual cada indivíduo é OBRIGADO – com todas as letras maiúsculas – a engolir pedras e lagartos, ou engolir o sapo das conversas mais enviesadas dos parentes e vizinhos. Assim sendo, este comentário que agora fazemos, baseado na sensacional crônica de Matheus Pichonelli (por favor leia-a ANTES de continuar aqui NESTE link), vem aferventar aquela lenga-lenga pegajosa dos últimos dias do ano, onde uma procissão de chatos de galocha sempre vêm bater à nossa porta, e somos obrigados a dar – ou a perder – presentes em "amigos secretos" que muitas vezes nem são amigos(!), somos obrigados a comer peru (mesmo detestando a tão graciosa ave),
e pior, a comer panetone, uma ridícula massa amorfa sem gracíssima, que só deve satisfazer ao seu inteligente inventor, que enricou na época do Natal. Não é à-toa que as profecias indicam o fim do mundo como ideal para a época do Natal (por isso ele se chama "Advento") e o fim do ano – de qualquer ano no Ocidente –, como se o próprio Deus estivesse de saco cheio dessas “festas associadas ao pecado” (Amós 5,21 e Isaías 1,11-14) e dessas pararicações endereçadas a um tal de “bom velhinho”, que nem se parece com Deus-pai (que não é velho!), nem com o Menino Jesus (o verdadeiro aniversariante do dia, e esquecido por todos!), e muito menos com o verdadeiro Nicolau, o risonho e corajoso idoso que CS Lewis tão bem apresenta no seu “O Leão, a feiticeira e o guarda-roupas”, que o leitor pode ver também no cinema e em vídeo. Enfim, é uma série inesgotável de decepções produzidas pela humanidade em sua época mais bonita, cujo único ponto positivo se deve ao cumprimento da profecia (Mateus 24,28-30) de que, até o último dia do mundo, Jesus faria o trigo conviver com o joio e sofrer deste estas chatices e malícias. Haja saco, até para o papai Noel!


quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

É NATAL: É tempo de falar no mistério da Encarnação


Nosso amado CS Lewis nos explicou que o maior de todos os milagres é o da Encarnação, porque, sem ele, não existiria o da Crucificação, e muito menos o da Ressurreição, aquele que nos salva. Pensando nisso tudo, vemos que temos então muito mais coisas a investigar e entender, naquele que foi ao mesmo tempo o mais humilde e o mais portentoso ato de Deus, a saber, o instante mágico onde o Infinito assumiu a finitude, ou onde a Perfeição decidiu encarar de vez a imperfeição, correndo até o risco de com ela “comungar”. E a Igreja está certa ao afirmar que literalmente TUDO, tudo mesmo, foi de alguma forma influenciado ou alterado naquele ato humilde da concepção de Maria. 
O infinito não poderia adentrar a finitude e até a precariedade da terceira dimensão, sem modificar alguma coisa, e sem ser de alguma forma modificado. E assim, neste turbilhão de operações transcendentais inimagináveis, toda a Natureza de Deus foi tocada por tamanho milagre, e toda a natureza da Criação foi transmutada, ora sutil, ora drasticamente. Nem era preciso, cremos nós, que o próprio Deus determinasse que assim seria, como se Ele próprio precisasse de ordem para fazer-se “notar”; porquanto por pura lógica matemática, nenhum infinito chega a um finito sem trocar com este reciprocidades, “sinais e partículas”, que em ambos transpareceria! Eis que obviamente esta aproximação-infusão, sob qualquer ponto de vista, trocou reciprocamente tantos elementos entre si, ocupando espaços em ambos, ao ponto de nada mais ter restado igual ao que era, e assim TODA A HISTÓRIA DO UNIVERSO foi alterada naquele ponto (que chamamos "Ever-zero"), ao ponto de tudo agora merecer outras nomenclaturas, obrigatoriamente. Logo, a matéria não era mais só matéria, a luz não era mais só luz, a energia não era mais só energia, e até as trevas não seriam mais apenas trevas, porque até os seus agentes nefastos ganharam algo ruim ou saudoso com que se preocupar! E em tudo isso, ou bem no meio disso tudo, está a Santa Eucaristia, pois NADA (depois da Encarnação) faz mais relação com esta e guarda-lhe mais lembranças do que o Nascimento do Menino Jesus entre nós. Enfim, que saibamos todos olhar este Dia como um “Ever-zero”, um Evento único no Cosmos, o instante mágico por excelência (quem ler entenda) onde o jamais nascido nasceu, e onde o jamais mortal provou a morte e a venceu!


sábado, 20 de dezembro de 2014

Oito notícias bombásticas para nossos comentários


1 – Ilhas flutuantes de verdade dão uma idéia das ilhas de Perelandra!... E aí, pessoal, tanta gente pôs em dúvida a revelação de Lewis de que um planeta poderia possuir terras em forma de ilhas flutuantes sobre o mar, e pouca gente acreditou! Agora o bicho vai pegar. Vejam como aqui mesmo no Brasil, em sentido fluvial, existem as mesmas ilhas de que falava Lewis: confira NESTE link por favor.

2 – Letra de música dos Engenheiros do Hawaii faz alusão (ou “toca”) na idéia do Purgatório. Se o amigo escutar com bastante atenção e boa vontade, ouvirá isso muito bem na música “Terra de Gigantes”. A parte da canção que explica como é o inferno interior do Hades é a que diz: “hoje todo mundo é uma ilha, há milhas e milhas de qualquer lugar”... Confira NESTE link por favor.

3 – Os amigos já ouviram falar no Mistério da Escadaria de Santa Fé??? Não? Ora; o Mistério da Escadaria é impressionante e vem chamar nossa atenção para sinais de Deus que estão espalhados nos 4 cantos do mundo, muitas vezes camuflados em situações de que jamais desconfiaríamos, exatamente como entendia Lewis em relação a casas mal assombradas e outros fenômenos misteriosos, muito comuns no Reino Unido. Confira NESTE link por favor.

4 – Eita saudade do professor José Costa Matos: ele foi o primeiro a comprovar e poetizar a verdade sheldrakeana de que “ninguém se encontra por acaso”, como se a natureza inteira conspirasse para que os encontros da “Sincronicidade Geral do Cosmos” ocorressem justamente na hora e lugar certos, independente da hipótese de querermos tal ocasião. Assim sendo, os amigos se lembram do celestial poema SERMÃO DO 1º DOMINGO DO ADVENTO” (releia-o na parte final DESTE post). Então, pimba, alguém escreveu outra pérola sobre o assunto: confira NESTE link como de fato ninguém se encontra por acaso.

5 – Teria finalmente a NASA criado coragem para confessar que há vida em Marte? Ora: nossos leitores já devem estar carecas de saber: a NASA nunca revelará o que sabe sobre a vida alienígena, justamente porque não sabe explicar O QUE os ETs estão fazendo na Terra! Então, como os ETs mandam e desmandam aqui, e como nada podem fazer para detê-los, o jeito é esconder tudo até que conheçam a verdade, que jamais será revelada deste modo. Confiram mais uma pseudo-revelação da NASA NESTE link por favor.

6 – Testemunho irmão Moisés – Um homem ressuscitado:
Sensacional testemunho do Irmão Moisés na Igreja Batista de Porongabussu, no início da década de 90. Ele é um irmão pentecostal que sobreviveu a 6 tiros de pistola (pelo menos um deles na cabeça, fazendo-o perder um dos olhos) e possuidor de um dos maiores testemunhos evangélicos deste país. Embora não sendo católico, aquele irmão colabora com Deus no sentido de reavivar ou incendiar a fé de muitas almas frágeis, que necessitam de fatos extraordinários como este para entregar seu coração por inteiro à fé no poder de Cristo. Veja o extraordinário testemunho em 7 (sete) partes, a começar deste link AQUI – muito obrigado.

7 – NASA volta a impressionar o mundo com falsa notícia ou mais uma vez a Terra passou por um triz pelo Apocalipse, ou a coisa de fato aconteceu e mais uma vez os anjos de Deus nos salvaram, adiando o Apocalipse? Nós apostamos nesta última idéia: de fato, o sol vem a cada dia apresentando sinais de um crescente de sua ira (como diz o Zé Ramalho) e em seus vômitos de massa coronal cada vez maiores, qualquer dia uma rajada dessas chega à Terra e aí adeus Internet, telefone, Televisão, energia elétrica e todo o que é comunicação moderna deste século. Sem falar que a aproximação do 2º Sol do mesmo lado da Terra pode estar por trás da ira crescente de Arbol, tal como Lewis profetizou. Todavia, tirem suas conclusões NESTE link por favor. A agência espacial da Rússia rebate a NASA, negando uma notícia dela acerca da queda de um asteroide enorme na Terra: podemos confiar na NASA no caso do Sol???

8 – Para quem ainda não viu ou gostaria de conhecer melhor, nossa Escola disponibiliza sua Síntese Teológica em “Lewisianismo explicado em poucas palavras e versículos”. Vejam NESTE link e depois não venham dizer que não avisamos...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A Doutrina da Salvação também se vê na Tricotomia do Rei Leão


Falar sobre a doutrina da salvação é repassar a mais importante história da Humanidade, sem ter medo de repeti-la à exaustão, não apenas pela péssima memória que todos nós herdamos da Queda de Adão, como pela rebeldia da libertinagem que deseja, sorrateira e debochadamente, viver sua vida sem qualquer regra ou consciência moral. Além de tudo isso, ela é repetida à exaustão na própria Palavra de Deus, um livro com mais de mil páginas e cuja maior intenção (talvez única) seja apontar o único caminho de volta para Deus, explicando que a caminhada é o que mais importa, ou seja, o COMO se caminha em sociedade, com pureza e honestidade. Enfim, pensando ou repensando tudo isso, esta Escola vem de reapresentar a sã doutrina também pelo seu lado mais íntimo e pessoal, a saber, a realidade da Tricotomia humana, ou da “trindade humana”, expondo-a de modo simples, didático e agradável, tanto para crianças quanto para adultos e até teólogos. Num extraordinário efeito de síntese, nosso estúdio oferece, ao público leitor, sobretudo os cristãos, uma boa vídeo-aula para turmas de estudantes de teologia, ciências religiosas, classes de EBD e outras instâncias de aprendizado espiritual, própria para igrejas e seminários. Foram usados como figuras didáticas os 3 personagens de Walt Disney do filme “O REI LEÃO” (você se lembra do trio “parada dura” Simba, Timão e Pumba?) e com eles aborda-se tecnicamente a doutrina bíblica da trindade constitutiva do ser humano, à luz da criação de Deus operada pela Santíssima Trindade divina. Sendo ótima para uma proposta de ensino para crianças, e sabendo do grau de imaturidade do ser humano frente às realidades mais profundas do cosmos, recomendamos ESTE vídeo para crianças de todas as idades. Atenção lewisianos: aí segue uma boa dica...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A velha discussão sobre a doutrina da salvação em forma de fábula


O grande nó cego que originou e alimentou a discussão acalorada que culminou com a separação do Cristianismo no auge da Idade Média, agora pode ser revista de modo bem claro e simplificado numa peça de audiovisual da EAT, que os amigos e irmãos podem conferir NESTE link. Trata-se de uma fábula pastoril para explicar a Teologia da Salvação para público evangélico, e também pode ser tomada como uma descontraída entrevista ficcional de cunho teológico, com base no pensamento de CS Lewis. Fizemos uma versão com simulação de vozes animais e uma com trilha sonora do Grupo “Vento dos Andes”, ambas com o intuito de embelezar melhor a comunicação daquela verdade ao grande público, ávido por uma palavra simples e direta, onde as confusões dos reformadores não tumultue a compreensão do tema, tão necessário às almas humanas. É uma conversa que já tivemos inúmeras vezes com nossos alunos e ouvintes, e um artigo que já redigimos diversas vezes em vários jornais virtuais, sem contar com os veículos próprios da EAT. Assim sendo, já que é um assunto tão “batido”, o último resumo tende a informar que, após longos e minuciosos estudos no legado de Lutero (e também nas interpretações dos seguidores dele), esta Escola se dispõe a prestar este inestimável serviço às almas, a saber: sua própria existência virtual como forma de apontar o caminho para a salvação, neste oceano de interpretações em que se transformou a Pós-modernidade. E o resumo de tudo o que pudemos detectar de nossas leituras é, infelizmente, o seguinte: “O nobre Lutero parece ter sido apanhado na armadilha mortal que o diabo coloca entre a Liberdade humana e a soberania de Deus, vitimado pelo esquecimento de que a primeira tem o poder infinito de emaranhar o coração do Homem, e a segunda ficou sujeita à eterna obediência divina às suas próprias leis, sendo o Livre-arbítrio a maior delas, e assim seu poder de salvar não pode ser infinito sem ser desobediente”. Eis aí o resumo de toda a história, mas nos apressamos a dizer para o leitor que assista primeiro os vídeos citados, pois sem eles este resumo parece mera maldade, ou não passa de heresia: “Socorro! Não deixem a preguiça de ver os vídeos prejudicar uma compreensão que a Eternidade lhes cobrará”...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Hino cristão traz uma mensagem profundíssima



“Hei de ver, meu Salvador, redimido junto dele eu ei de estar. Hei de ver meu Salvador, os sinais dos cravos hei de contemplar”... (Trata-se do hino 509 do Cantor Cristão, chamado Verei meu Redentor)
Por que Jesus ainda hoje guarda as marcas dos cravos em suas mãos e pés? Esta é uma pergunta inquietante. Porque todos nós, quando pensamos na eternidade e no Paraíso, pensamos em uma vida PERFEITA, sem defeito e 100% purificada das imperfeições terrestres. Porquanto o Deus perfeito e onipotente, certamente trabalharia para que tudo se tornasse impecável, irrepreensível e exato, ou faria tudo retornar à perfeição, naquilo que porventura houvesse recebido danos ou avarias, por sua coerência e magnânima vontade de estar sempre junto da perfeição. Esta seria a maneira mais lógica de se colocar a questão, e certamente foi esta a idéia que perpassou na mente dos anjos benignos, e até no próprio Deus. Até porque se sabe, em estética, na engenharia e na ciência da Caologia, que aquilo que podemos identificar como “imperfeição”, pode se configurar, e de fato o faz, na singularidade, peculiaridade ou assimetria compositora da exatidão, que, ao contrário do que os olhos falhos da Humanidade pensam, não seria tão simétrica e uniforme quanto requerem nossos padrões de beleza e forma. Assim, uma linda jovem que tem um sinal no rosto pode ser mais bela justamente por causa do sinal, ou um leve estrabismo pode embelezar ainda mais uma bela mulher. E esta regra também valeria para o plano espiritual: uma obra de salvação que apresentasse a feiúra do derramamento de sangue e da crucificação, além da aparente derrota do mestre, pode ser justamente a obra mais perfeita, cuja beleza estaria muito além do que nossos olhos humanos captam ou suportam. 
Ora, vejamos agora que, se Jesus irá nos mostrar as mãos e os pés e ali nós veremos, com nossos próprios olhos, as marcas ou cicatrizes dos ferimentos da cruz, por que cargas d’água Ele manteve aquelas marcas? Se a estética repugna feridas e cicatrizes, e se a onipotência poderia “limpar” tudo, por que manter aquelas marcas dolorosas, correndo o risco de serem entendidas como um sinal de rancor, e não de perdão? Enfim, aquela obra grandiosa de Deus na cruz e seus mistérios gloriosos apresentam uma mensagem muito mais profunda do que qualquer um de nós pode supor... – E, sem considerar CS Lewis, parece que só um homem poderia dar uma resposta cabal e completa sobre esta pergunta. E ele teria que ser um médico ou um cirurgião que trabalhasse com mãos e pés. O nome dele é PAUL BRAND, e sua resposta está expressa NESTE link. Oferecemos, pois, aos nossos alunos e leitores esta pérola maravilhosa dos céus, isto é, numa composição que adorna, com heráldica narniana, as palavras do grande cirurgião de Deus, encontradas no extraordinário livro “Deus sabe que sofremos”.

sábado, 29 de novembro de 2014

Semana Lewis: Vozes de narnianos traduzidas por teclados magistrais!


Composta e divulgada há muitos anos, uma obra-prima de Jean Michel Jarre faz uma impressionante incursão aos mundos paralelos, naquilo que ele batizou de “Campos Magnéticos”. Trata-se da música “Magnetic Fields 1”, de 17,56 minutos de duração, na qual o ouvinte pode acompanhar uma verdadeira viagem pelo Multiverso, saindo da terra e ultrapassando os campos magnéticos de entrada noutros mundos, tal como descreveu CS Lewis em “O sobrinho do mago”. Neste livro, Lewis explica que uma viagem pelo Multiverso não pode ocorrer com foguetes ou máquinas como as nossas atuais, e será preciso um processo de Magia para transportar corpos humanos até outras dimensões físicas, como fez o Tio André com os meninos Paula e Digory. Este é um resumo curtíssimo do 1º livro das Crônicas de Nárnia, e não haverá necessidade de maiores comentários. Porquanto nossa atenção aqui está para uma música composta por Jean Michel, o francês chamado “mago dos teclados” (vide foto ao lado - clique para ampliar),
na qual o ouvinte pode “viajar” para lugares como Nárnia, Charn, Sepul, Tarva e Alambil, embalado pela magia dos teclados cibernéticos de Jarre. O leitor é convidado a ouvir a música NESTE link e, se possível, acompanhar o raciocínio deste modo: ao longo da melodia, o leitor ouvirá a preparação para o lançamento da nave mágica, ouvirá a sua propulsão e sua ultrapassagem pelas estrelas em alta velocidade, escutará os seus desvios de rota, suas reentradas nas diversas atmosferas visitadas, suas descidas a diversos mundos e, em particular, uma aterragem especial a um mundo mágico como Nárnia, no qual as vozes e sussurros de narnianos são ouvidos por conta de recursos avançadíssimos de órgãos e teclados. Impressionante! Perfeito! É de calar a voz e tatear o coração! Logo depois do interlúdio onde as vozes são ouvidas, percebe-se a re-ignição dos foguetes e o reinício da viagem de volta, quando a melodia muda radicalmente de ritmo e os viajores retornam felizes aos arredores de Tellus. Enfim, quem tiver tempo, paciência (para ouvir música tão longa) e sensibilidade para detectar, com as lembranças de “Os anéis mágicos”, os sinais inconfundíveis de uma viagem pelos campos magnéticos infinitos do Multiverso, terminará o momento cheio de encanto, e com os ouvidos brindados com uma das mais belas árias do cancioneiro mundial, desde os tempos clássicos de Bach e Beethoven. Fica aqui a dica para o seu próximo fim de semana...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

SEMANA LEWIS: “Somente Jack poderia explicar perfeitamente esta notícia”


Ao lermos hoje mesmo que a Tanzânia continua a acreditar em bruxas, e que agora decidiu também matá-las (confira a notícia NESTE link), não podemos deixar de lembrar de CS Lewis, mestre emérito desta Escola, quando ele explicava a razão pela qual o mundo moderno não queima mais as bruxas. Ora; explicava ele, o nosso século não acende mais fogueiras contra as bruxas, não porque nossa Moralidade evoluiu, mas simplesmente porque ninguém mais acredita que existam bruxas, e muito menos que elas sejam cruéis como nos contos de fada (nas palavras dele: “é claro que a razão pela qual não se executam mais bruxas hoje em dia é que não acreditamos que elas existam. Se acreditássemos – se realmente pensássemos que existem pessoas pérfidas entre nós, que venderam a alma para o diabo, receberam em troca poderes sobrenaturais e usaram esses poderes para matar ou enlouquecer os vizinhos, ou para provocar calamidades naturais —, certamente concordaríamos que, se alguém merecesse a pena de morte, seriam essas sórdidas criaturas. Não há aqui uma diferença de princípios morais, apenas de enfoque dos fatos. Pode ser que o fato de não acreditarmos em bruxas seja um grande avanço do conhecimento, mas não existe avanço moral algum em deixar de executá-las quando pensamos que elas não existem. Assim como não consideraríamos misericordioso o homem que não armasse ratoeiras por não acreditar que houvesse ratos em sua casa!”) [Livro 1, Capítulo 2, ‘Algumas objeções’, parág. Final]. Logo, se somos discípulos de Lewis e lemos que na Tanzânia o povo está matando bruxas, isto não nos deve espantar de modo algum. Por outro lado, se não somos de Lewis, a notícia de um “bruxocídio” pode e deve até nos levar a condenar a hediondeza de se fazer justiça com as próprias mãos, mas jamais teremos, diante de Deus, a justiça de seguir a fé (“o justo viverá da fé”) e assim incorporamos pecado até mais grave do que condená-las à prisão perpétua ou à pena de morte, se esta existir no país. Mais uma vez e como sempre, é a nossa descrença que condena toda a pós-modernidade, e não a nossa revolta contra a crueldade comum a todas as pessoas que manipulam poderes satânicos. Olho vivo!

sábado, 22 de novembro de 2014

SEMANA LEWIS = Homenagem indireta ao mestre


A data 11 de novembro, referindo-se ao ano de 1918 (em 2014 completam-se 96 anos!), marca o final da 1a Guerra Mundial, palco das operações militares de um nobre infante, o então jovem CS Lewis, mancebo exemplar da caserna para o mundo todo. Foi ali, naquele conflito violento e sanguinário, que o jovem Jack, consciente de seu dever perante sua nação e orientado pelo zelo patriótico que Deus lhe incutiu no coração, ofereceu ao mundo uma orientação segura de como proceder, sendo cristão, em caso de guerra entre sua terra natal e uma nação invasora qualquer. Muito além de uma mera formalidade administrativa e militar para com as leis de seu país, o Reino Unido, Lewis também demonstrou toda a sua fé e coragem numa hora negra do mundo, na qual o planeta inteiro se viu, pela primeira vez, envolvido numa contenda global de aniquilação de massa. Muito além da mera formalidade de atender a uma convocação militar obrigatória e indesejada, Lewis ofereceu ao mundo o exemplo vivo de fé e coragem, virtudes preciosas e até certo ponto raras na juventude de hoje, o qual ajudaria muitos outros jovens na idade da convocação. Ao contrário dos nossos tempos, onde a sociedade inteira vê com maus olhos a convocação para as forças armadas, e onde os jovens tentam, a todo custo, cair na excrescência da “dispensa de incorporação”, Lewis chegou até a teologizar sobre o fato, explicando que aquela atitude de servir à Pátria era, não apenas um dever (para defender sua terra natal contra qualquer nação invasora), mas deveria ser um prazer e uma honra, capaz de levar os soldados inimigos a se encontrar após a morte e rirem-se um do outros, num alegre encontro de cavaleiros ou de cavalheiros que serviram juntos à sua boa consciência cristã. Enfim, que o atual sentimento de timidez, covardia e até apatia por parte daqueles que se dizem pacifistas e por isso não admitem entrar numa guerra, jamais deve ser incluído no rol das virtudes cristãs, pelo contrário, deve ser banido em nome de um nobre serviço à pátria e a Deus. Logo, as homenagens que se prestam a todos os combatentes da 1ª Guerra, como o leitor pode ver NESTE link, não deixam de ser uma homenagem a JACK, coincidindo com o mês de Novembro, mês da SEMANA LEWIS. Interessante notar que uma das armas usadas na Guerra levava o nome de Lewis (confira AQUI). Clique na figura para ampliar. Boa semana a todos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Via Dolorosa justaposta com as cenas mais fiéis aos fatos




Usando a mais bela canção gospel acerca da Via Sacra, Célia Held tem a divina inspiração de colocar, como cenário para a bela canção, as mais realistas e bem filmadas cenas da Paixão, desde o início da história do cinema (o filme de Mel Gibson). O leitor é convidado a assistir o precioso vídeo e outros mais (como ESTE aqui e ESTE outro) para preparar o coração para revisitar, com mais consciência, as cenas brutais do assassinato de Jesus, sob os olhares cúmplices do povo judeu da época. Com uma letra magistral e perfeita, a canção diz o que o leitor pode ler NESTE site, levando o telespectador a enxergar, de modo muito mais cru e realista, o que de fato significou a extrema violência do ódio na alma humana contra o seu Criador, como explicou o Mons. Jonas Abib. É uma cena colossal de sofrimento (vide foto – clique nela para ampliar), a qual Lewis por diversas vezes comentou, admirando-se da infinita ingratidão daqueles que defendem que, sendo Jesus o próprio Deis, não sofreu tanto quanto sofreria um humano na crucificação! Esquece, burramente, o tal argumentador, que justamente por ser Deus, e por necessitar experimentar TODA DOR para poder CURAR TODAS AS CHAGAS HUMANAS, Jesus sofreu até muito mais, pois assim como poderia anestesiar-se 100%, poderia ampliar toda a dor e sofrer como nunca ninguém jamais pensou que alguém fosse capaz de suportar (muito além do versículo I Coríntios 10,13). Além do mais, como nenhum homem é 100% homem (segundo Lewis, só o seremos após o Juízo Final e ao final do complicado e demorado processo da Ressurreição), ninguém jamais sofreu o suficiente, e nem sabemos de fato o quer é sofrer. Só Jesus, que era 100% homem e 100% Deus, poderia experimentar toda a dor. Finalmente, resta lembrar aquilo que esta Escola sempre defendeu: o filme Paixão de Cristo é o mais fiel documento-verdade acerca do Evangelho, e se, no tempo de Jesus, houvessem as condições de filmagem e os recursos tecnológicos e financeiros de hoje, talvez nem tivéssemos ou certamente nem teríamos um livro como o Novo Testamento, e sim, um filme como o de Mel Gibson. Quem lê entenda.

sábado, 15 de novembro de 2014

QUAIS ateus são mais difíceis de perdoar?


O Papa Francisco disse aos não crentes, recentemente, que “Deus perdoa quem obedece a sua própria consciência”, fazendo referência à estranha relação de um ateu com o universo sem sentido da inexistência de um criador. Isto é, que o Criador não-crido, embora condene – segundo os protestantes – a quem não acredite em Jesus, não condenaria absolutamente um ateu que fosse decente e generoso, desde que qualquer de seus erros fossem cometidos na boa intenção de seguir sua consciência (se é que esta de fato funcionasse direito nele). Logo, é compreensível que o papa pregue uma coisa dessas, diante do ateísmo crescente da pós-modernidade e da fome da igreja por congregar o maior número de fiéis em seus quadros. Todavia e a rigor, dada a série de crimes oportunizados por uma mente descrente, a tolerância de Deus para com o ateísmo pode não ser tão fácil como parece nas palavras do Santo Padre. Como esta Escola já explicou em vários artigos na web, pesquisas feitas com os mais diversos tipos de criminosos revelam este dado aterrador: muitos crêem em Deus e nossa Senhora, um num suposto Deus por quem se benzem à vontade, mas a maioria não faz a vontade de Deus, rejeitando sumariamente a moral cristã. Assim, é preciso que se diga a verdade: de fato, Deus perdoa 70x7 (Mt 18,21-22), como diz o Evangelho, mas o Purgatório está cheio de ateus, que mataram, estupraram e roubaram após “benzerem-se” ou bendizerem seus “trabalhos”. Finalmente, o que devemos pontuar nesta notícia é o fato de que, sem dúvida, os ateus que mais contribuem para a destruição da fé cristã não são “criminosos”, neste sentido policial do termo. Na realidade, os ateus mais perigosos para a fé e para a Igreja são aqueles vestidos de colarinho branco, muitos deles com PHD e pós-graduação, ou até com um ‘estranho’ prêmio Nobel no currículo. Estes sim, são aqueles que estão por trás das notícias de desmoralização das crenças populares, da proposição da liberdade total para a sexualidade e dos conluios secretos de onde recebem gordas verbas para negar a criptozoologia e o fenômeno UFO. Eles têm sites ateus e falam como se tivessem a autoridade de Cristo para negar os mistérios do mundo, e assim ajudar os militares na ocultação de fatos decisivos para a espiritualização do nosso planeta. Pior: por desconhecerem o modo como são enganados pelo Conluio que negam existir, ridicularizam quem acredita na Grande Conspiração Terrestre e até desmoralizam quem acredita que os governos estão escondendo o que sabem. Aí sim, são estes que não acreditamos que obtenham o menor êxito em seguir suas consciências, seja neste mundo ou no outro. Aí estão os inimigos maiores de Deus.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Estranha procissão de luzes vermelhas em pleno oceano pacífico


Nos últimos dias de outubro passado uma estranha procissão de luzes vermelhas apareceu varando o oceano pacífico, e foi captada por pilotos de jatos comerciais que por ali sobrevoaram. Como de costume, os céticos levantaram outras interpretações para o fenômeno, sendo a mais razoável a de que se tratasse de uma explosão de um vulcão submarino, o qual entretanto foi verificado como inexistente no local. Outras hipóteses, mais lógicas e crédulas, levantam a possibilidade de se tratar de:
1 – O deslocamento de uma grande nave submarina (um "OSNI" gigantesco);
2 – A abertura involuntária dos portais gigantescos de uma cidade submarina (uma caverna secreta como a Área 51), responsável pelo sumiço de navios no local, como no Triângulo das Bermudas – conforme livro do Dr. Michel Dupont.
3 – A abertura de um buraco-negro submarino, pelo qual passaram as luzes do deslocamentos de naves extraterrestres ou norte-americanas em conluio com ETs.
4 – Uma operação de guerra sigilosíssima, treinando marinheiros e navios para uma futura missão, em colaboração secreta com militares de várias nações.
Todavia esta Escola recebeu os seguintes informes sobre o ocorrido, que está sob investigação (é melhor o leitor acompanhar na fonte – veja NESTE link):
ü       
    - Luzes estranhas foram vistas perto da península russa de Kamchatka;
    -- O avistamento foi feito por pilotos que voavam de Hong Kong para o Alasca;
    - O brilho começou cerca de 20 min. depois que um raio vertical de luz foi visto caindo no local;
    - Um piloto disse que a causa pode ter sido um vulcão submarino (não há vulcões naquela região do Pacífico – ver no mapa ao lado);
    - Um cético perdido na mídia disse que pode ter sido o brilho de uma aurora boreal refletido naquela parte da superfície do Pacífico (tolice: como o nome diz, auroras só ocorrem nas regiões polares, e raramente ali, além de não fixarem seu brilho sobre a água do mar, e sim na alta atmosfera);
-   Outro cético fala de uma esquadra de navios de guerra em treinamento, mas não explica porque estariam usando apenas luzes vermelhas tão chamativas!!!
-      Uma investigação em curso está começando para descobrir o que aconteceu.
-      O evento foi registrado em 24 de agosto, nas coordenadas 47.32.9 Norte, 159.12.3. Leste, às 11:17:00 UTC.
Bem. Esta Escola aguarda o desenrolar do fato, e está a postos para informar o resultado das investigações que porventura vazarem para nós.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Cruz da terra de CS Lewis é encontrada em Marte?


Mais uma impressionante prova da veracidade da Trilogia Espacial emerge das investigações de satélites artificiais que descem ao planeta vermelho. Desta vez, trata-se de um achado que literalmente calaria fundo o próprio Lewis, embora sem maiores surpresas ao nosso mestre, dadas as demais evidências que ele colheu com o Dr. ER. Refiro-me a uma cruz pátea, heráldica, do tipo das fabricadas, cunhadas e honradas na Irlanda, terra natal de Lewis (clique na foto acima para ampliar). O leitor curioso e todos os lewisianos devem ler a matéria sobre o assunto NESTE link. Então agora, diante de mais este mistério estonteante, devemos refletir acerca das implicações de tal achado, uma vez que ele põe em cheque toda a história espacial contada pela Ciência, vendida aos seus patrocinadores e incapaz de revelar a verdade (seja por medo de perder sua fonte financiadora, seja por pura ignorância mesmo!). E o que devemos pensar é o seguinte:
1º) Como uma cruz da Irlanda foi parar em Marte? (Especulando: teria o Dr. ER levado uma e a deixado cair por lá?)...
2º) Se ninguém da terra a levou para lá, quem teria construído tal peça? (Especulando: O Dr. ER contou que os construtores e escultores de lá se chamam “pfifltriggi” e revelou que eles têm capacidade de fazer monumentos de pedra muito maiores, ou até colossais, como o gigantesco “Rosto Marciano” encontrado em Cydonia);
3º) Se nem um marciano a construiu e nem ER a levou, então a pergunta é: existem humanos em Marte? Eles são de lá mesmo ou que país os levou para lá? (Especulando: nós terráqueos seríamos marcianos, como sugeriu o filme “Missão Marte”?);
4º) Como a cruz achada em Marte possui traços longínquos helicoidais, houve quem sugerisse a possibilidade de ser o fóssil da hélice de uma antiga embarcação, ou sua escultura simbólica, pois hélices náuticas sempre possuem leve curvatura para a esquerda, embora de 3 pontas, como se pode ver na foto abaixo (Especulando: teriam os hrossa conseguido fazer barcos a motor?).

Enfim, são essas e tantas outras questões que se levantam agora neste misterioso quebra-cabeças marciano, e o enigma da vida em Marte está muito longe de uma solução, a qual, esperamos, seja dada pelo próprio Cristo em sua gloriosa parusia. E tudo, finalmente, prova a mais convicta crença desta Escola: a de que os governos do mundo criaram um plano global de acobertamento da verdade, no qual incluem não apenas ETs e discos voadores, mas até fatos bíblicos históricos (como a descoberta da Arca de Noé e as ossadas de gigantes) que fariam muitos indecisos acreditarem na Palavra de Deus. Maranata!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Evolução e o Big Bang: Papa dá um banho de sapiência sobre os protestantes

Num gesto de extrema coragem e exímio conhecimento, o grande servo de Deus Papa Francisco prega a existência do Big Bang (e não aquela visão tacanha da criação segundo o livro do Gênesis) e da “Teoria” da Evolução, não como teoria, mas como evidência científica que à teologia não poderia prescindir. Com suas bem colocadas palavras, veja NESTE link, Francisco vai de encontro não apenas aos ignorantes do mundo, mas sobretudo á ignorância entre cristãos, inclusive católicos, que ainda pensam que o planeta Terra e o universo inteiro foram criados como num passe de mágica, como se a Onipotência precisasse fazer alguma coisa com pressa. Voltamos então à baila com a nossa visão científica, na qual os sete dias da criação foram na verdade as sete eras geológicas pelas quais Tellus passou, e a criação das estrelas em 1 (um) dia nada mais foi que o resultado da explosão cósmica que trouxe matéria para formar o nosso universo, dentro do Multiverso há muito criado por Deus. Logo, sendo o homem pó que voltará a ser pó (átomo que voltará a ser átomo), sendo a criação da Terra uma evolução até chegar ao homo sapiens sapiens, e sendo o aparecimento das estrelas no antigo “firmamento” uma mera chegada das galáxias após uma big explosão, nos sentimos agora muito mais fortemente irmanados aos cientistas modernos (nomes como John Gribbin, Michio Kaku, Brian Greene e outros), sob direção de um Papa respeitadíssimo, e com esperança de antever, com alegria, a sagrada união da Ciência com a Fé, ou da Igreja com a Academia, dando a Deus o sonho de um só rebanho mundial (com os “pobres e aleijados”, já que com os protestantes isso parece impossível!). Como esta Escola já testemunhou diversas vezes nos últimos anos (vide outro exemplo NESTE link), conclamamos o que resta da cristandade lúcida para se unir ao nosso pensamento, iluminado pela teologia de CS Lewis, nosso patrono emérito. Cristo seja louvado!

sábado, 25 de outubro de 2014

Véspera das eleições: “Os ventos sopram uma velha canção”...


Aos 25 de outubro de 2014, está o eleitor brasileiro diante de mais uma das inúmeras encruzilhadas que o destino nos apresenta, durante toda a nossa vida, sem distinção de raça, religião ou classe social. E é uma encruzilhada “dos diabos”, por assim dizer, sem nenhuma hipérbole para negociar. Porquanto dela está a depender todo o futuro de nossa nação, nossa pátria amada segundo o Hino, que pode começar a bater na porta do inferno ou a subir do profundo poço escuro em que está metida, há muitos anos. Tudo depende de nós, felizes ou infelizes eleitores tupiniquins, nas mãos de quem foi colocada uma flor ou uma serpente, enquanto indivíduo, ou uma bomba atômica, enquanto sociedade. É preciso ser bem consciente nesta hora, ou quase perfeito, para descobrir, entre as infinitas galhas podres, aonde se esconde a preciosa fruta que as gerações futuras irão digerir. Num país como o nosso, e diante dos sonoros sinais dos tempos que este século exibe, o único e último valor sobre os ombros dos conterrâneos é o seu voto (não o útil, mas o melhor, devendo cada eleitor maduro abominar este nefasto conceito de voto útil, que só serve para enricar os já ricos e manipulados institutos de pesquisa!), pérola preciosa da misericórdia de Deus para evitar o inferno das ditaduras. Enfim, a lição maior é a de que, com tantas e tão decisivas encruzilhadas do destino, cada eleitor já deve ter visto que “a vida vem em ondas como o mar” e em cada uma o ser humano precisa acertar na mosca, porque quase nunca se vê voltar uma oportunidade perdida. 
Como disse a música de Lulu Santos (“Como uma onda”), “nada do que foi será do jeito que já foi um dia”, porque “tudo muda o tempo todo” e só os loucos e os cegos não enxergam a contínua “metamorfose das nuvens”, que faz com que nós mesmos não sejamos mais os mesmos a cada dia. CS Lewis deu tanta importância à questão das oportunidades da vida que, certa vez, ao falar da preocupação de um crente com uma suposta injustiça da parte de Deus, afirmou sem susto que Deus saberá perfeitamente reconhecer as condições que você encontrou em sua vida e em seu corpo para caminhar assim. Nas palavras dele: “Mas, se você é um dos pobres – envenenado por uma criação miserável numa casa cheia de ciúmes vulgares e brigas gratuitas –, sobrecarregado, independentemente da sua vontade, por uma abominável perversão sexual – espicaçado noite e dia por um complexo de inferioridade que o leva a perder a paciência com seus melhores amigos –, não se desespere. Ele está bem ciente de tudo isso. Você é um dos pobres que ele abençoou. Ele conhece a máquina estragada que você tenta dirigir. Vá em frente. Faça o possível. Um dia (talvez em outro mundo, mas talvez muito antes disso) Ele jogará essa máquina no monturo de ferro-velho e lhe dará uma nova. E então você poderá nos surpreender a todos — inclusive a si mesmo: pois aprendeu a dirigir numa escola bem difícil”! Grande Jack!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Notícias comentadas sobre o Papa e o Vaticano


1ª Notícia: Papa critica "hipocrisia dos religiosos que "vivem como ricos". Eita pauleira! Esta crítica do Papa, daquelas que têm endereço certo feito disparo com mira laser, vai atingir bem na mosca dos partidários da teologia da prosperidade, quebrando as pernas de todas as igrejas ricas do neopentecostalismo e da pós-modernidade. Isto é um fato. Todavia, a bem da verdade, ninguém pode negar que o Santo Padre também estava mirando nos católicos ricos dos movimentos elitizados da RCC (Renovação Carismática Católica), os quais, em todo o mundo, ostentam vida de rico, possuindo carros de luxo e mansões suntuosas! Até o Padre Marcelo Rossi foi "investigado" em sua “Missa Renovada”, pelo zelo de proteção da fé que a Santa Sé sabiamente possui. Mas nem é preciso citar nomes de pessoas, grupos ou carismas. A chamada ala católica rica está em toda parte, e elas até alegam – com razão – que também são uma ótima defesa do Catolicismo contra o ateísmo moderno e contra a invasão protestante. Aceitamos isso de bom grado. Porém nada disso os exime da crítica da hipocrisia, que aponta para a falsidade da fé num ambiente onde se nutre avidamente o amor ao dinheiro e se busca sofregamente o vil metal. Certamente só a parusia irá trazer de volta o “mero Cristianismo” de Baxter e Lewis.
2ª Notícia: Papa Francisco é contra casamento gay: "É movimento do diabo", disse o Santo Padre. Eis aí uma fala papal que faz uma falta enorme e fará cada vez mais, porquanto todas as profecias apontam para uma época – bem próxima de nós – onde qualquer fala dessas, qualquer coisa que ao menos toque no assunto da condenação do homossexualismo pela Bíblia, será sumariamente perseguida e até agredida por força policial. Como o planeta inteiro jaz no maligno e o todo o mundo está ludibriado por satanás neste mister, então os países estão até mudando suas leis para impedir os chamados “crimes de homofobia”, mas estranhamente incluindo no meio destes a mera liberdade de opinião garantida pela Constituição, como explicamos NESTE link. Logo, ver o Papa dizer que o casamento gay é um movimento do diabo é uma notícia feliz e consoladora, dando esperança às milhões de vozes silenciadas pela pós-modernidade, iludida pela mídia de massa e pela onda erotizante de satanás, o qual deseja a ressodomização do mundo. Enfim, que o Santo Padre – e todos os seus sucessores – jamais calem esta voz bíblica e verdadeira, doe em quem doer!

3ª Notícia: Papa adverte para atual terceira Guerra Mundial "combatida em partes": Esta é uma notícia típica de um profeta inteligente e antenado com o cenário atual! De fato, não existe a menor possibilidade de se negar esta evidência concreta diante dos nossos olhos: a tão temida 3ª Guerra Mundial, que inúmeros cientistas chegaram a temer cair nela, não se dará por uma hecatombe nuclear, como temeram Carl Sagan, Pierre Kholer, John Lennon e tantos outros que vivenciaram o terror da corrida armamentista leste-oeste. Ela se dará – e já está a pipocar – por meio de uma série interminável de mini-catástrofes locais, como o aumento da criminalidade, o tráfico de drogas, o fim da família, a falda d’água, as epidemias sem cura, as anomalias climáticas, as experiências genéticas, etc. Logo, o papa acertou em cheio, e bemaventurados aqueles que conseguirem resistir até o fim, como pedem os Evangelhos (Mt 24,13 e Lc 21,36).

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Notícias de sinais que não podemos deixar passar em branco...


1a notícia: “MSF diz que o mundo está perdendo a batalha contra o ebola” – Pior, é que esta notícia não é tão recente (2/9/2014), e agora podemos ver claramente que não estava exagerada: de fato, a ocorrência de uma morte por ebola nos EUA e outra na Alemanha, põe em cheque os sistemas de segurança e isolamento contra este vírus, o que deixa o mundo todo em alerta máximo e apavorados países como o Brasil e outras republiquetas mal governadas. Tristes tempos os nossos, mas bendito o nosso Deus, que não nos deixa sem sinais claros de sua segunda vinda à Terra.

2a notícia: E nem devemos nos espantar tanto com o caso do Ebola, porquanto temos notícia de que um vírus muito pior parece estar à solta nos EUA: o vírus da varíola, pior doença contagiosa da história, como o leitor pode confirmar NESTE link. Imagine que “múmias achadas nos EUA podem conter o vírus da varíola,  o mais mortal da terra”. Pior: que esta notícia pode nem ser tão verdadeira assim, ou seja, que pode ser um pretexto para os militares norte-americanos “soltarem” no mundo a tal “Bomba de Varíola”, a arma mais eficiente para controle populacional, enquanto as elites governamentais se refugiam em bunkers e proteções antivirais com todo tipo de antídoto em escala seletiva. A notícia das múmias seria então mera invenção para justificar antecipadamente a soltura de uma varíola muito mais letal!
3a notícia: A massa cada vez maior de refugiados a transitar pelo mundo também pode significar um terrível sinal apocalíptico: o contágio geral de doenças estaria assim muito mais facilitado! E não há como fugir deles, exceto pelo plano diabólico do genocídio planejado pelos governos militares em conluio com o príncipe deste mundo. Pior: se a nova noção de uma epidemia de hidrofobia (o vírus da raiva canina repontencializado pelos gênios do Mal e espalhado no meio do mundo) tiver algum fundo de verdade – como parece sugerir ESTE documentário –, então não há mesmo mais o que duvidar dos sinais atuais do fim do mundo.

4a notícia: Finalmente, se os sinais do fim do mundo estão tão evidentes e abundantes, que tal ouvirmos sobre eles de modo mais vívido, e narrados pela voz belíssima de Cid Moreira? Ora,  NESTE EXATO link, o velho âncora do Jornal Nacional explora todo o seu potencial discursivo e narra com perfeição o Sermão Profético, pontuando todos os tópicos apontados por Jesus e deixando muito mais claras as evidências da “iminência parusial”, por assim dizer. Neste caso, olhemos com mais atenção aqui a questão das notícias de epidemias, também indicadas por Jesus. Enfim, Que Deus tenha pena de nós. Maranata!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A única pergunta sem resposta na Ufologia atual

Graças ao bom Deus as coisas estão se encaixando e a verdade está começando a brilhar intensamente no horizonte desta era de trevas, e a Ciência em breve será obrigada a admitir e confessar sua ignorância (se assim o fizer, que Deus seja louvado, pois o mais provável é que ela nada confesse, ou simplesmente diga que “nossos cientistas não foram devidamente informados pelos militares”). Pois bem. Não admira o leitor que a Ufologia, desde seus primórdios, sempre se debateu com algumas perguntas-chave até então irrespondíveis, as quais elencamos a seguir. Olhe bem o leitor quais são:
(1) Discos voadores existem?; (2) De onde eles vêm?; (3) Como conseguem chegar até à Terra?; (4) Eles são alienígenas?; etc. Estas são as meninas dos olhos de ufólogos e ufófilos, e quem quer que se aproxime da verdade sempre as formula para si ou para outrem. Todavia e com efeito, após esses últimos documentários veiculados pelo canal Discovery (veja o leitor NESTE link, e será bom fazê-lo antes de continuar: infelizmente o vídeo ainda não foi legendado, e por isso oferecemos ao leitor ESTE OUTRO link), onde se vê um oficial norte-americano dizer que certo dia viu, com seus próprios olhos, uma profusão de naves alienígenas descer velozmente em curva de 90 graus para entradas de bases no deserto de Nevada (Área 51, paralelo 37), certamente após chamado de suas chefias em conluio com o Governo Norte-americano (EMFA Ianque). Pois bem. Então, após esta estupenda e estarrecedora prova da presença real de alienígenas trabalhando junto aos militares americanos, QUAL é a única pergunta que merece uma lápide eterna de ouro e à qual ninguém respondeu jamais?
É aquela que pergunta: “O QUE é que os alienígenas estão fazendo na Terra?”... SIM, está é a bofetada. Esta é a pedra angular da Ufologia, sem a qual todos os ufólogos do mundo estão caminhando no escuro, e a maioria na lama da imoralidade ou na fogueira das vaidades! Logo, para nós que compomos a EAT, o momento é luminoso, pois ao juntarmos o que diz a Bíblia, com o que nos ensinou CS Lewis, e com o que revelaram alguns ufólogos, como Ernesto Bono e Daniel Giese, temos o trunfo secreto de poder passá-la a quem escrever para nós. Estamos no aguardo.

domingo, 5 de outubro de 2014

O Grande Golpe da propaganda da escassez de água


Um plano mirabolante estaria a ser engendrado debaixo do nosso nariz, por assim dizer. Até a Medicina moderna estaria envolvida, pelo menos em sua parte mais venal. Então, os médicos, nutricionistas e outros profissionais da espécie – no mundo todo – estariam vindo a público divulgar supostas necessidades extras de água no organismo humano, fazendo com que toda a água potável do Planeta seja paulatinamente reduzida, até que sobre tão pouco que o precioso bem possa ser VENDIDO a peso de ouro, na última guerra pré-apocalíptica. Todos os empresários do mundo, sobretudo os norte-americanos, percebendo o valor muito maior da água frente ao petróleo e outros bens, estariam mancomunados para deixar a água “com sinal de raridade raríssima”, para poder ter o pretexto de tomar conta das reservas mundiais e vender água às massas. Até a Amazônia brasileira, como uma “terra-de-ninguém”, estaria já acorrentada no estrangeiro, com amplas vastidões bloqueadas para cidadãos brasileiros, conforme algumas fontes. Com efeito, todas as histórias mal contadas, de falta d’água neste ou naquele reservatório, de seca no Nordeste (esta um dos maiores engodos da história deste país), de seca em São Paulo, de El Nino na costa brasileira, de falta prolongada de chuva nas cabeceiras dos rios, e até, pasmem agora, secagem completa das nascentes! (como divulgado recentemente acerca até do “Grande Chico” – confira reportagem NESTE link), seriam pretextos para a próxima ditadura mundial. De fato, o leitor pode conseguir, na Internet, bons materiais acerca do assunto, com gente séria – médicos, biólogos, etc. – dando depoimentos conflitantes com a outra corrente, ou seja, mostrando que nosso organismo não precisa de 7 ou 8 litros de água por dia, e muito menos nossas células [o limite ideal seriam 2 litros, ou seja, 4 garrafinhas de água mineral de 500ml seriam suficientes, e o restante poderia até prejudicar o organismo, naquilo que se conhece como “Hiponatremia” ou “hipervolemia de H2O”]. Há na grande Rede todo tipo de reportagem, mesmo as que defendem o mesmo lado.
Por exemplo: o irmão Rubens faz a sua denúncia – veja NESTE link – e nos encoraja a crer nesta nova “conspiração da sede”, mas apontando para a ilusão da falta de água como ponto de partida para uma espécie de “lei marcial” dos donos da água, que obrigariam as populações a pagar pelo precioso bem, mesmo havendo sua abundância, e não escassez. Outros dizem que os militares americanos, assessorados por seus cientistas e meteorologistas, estariam modificando o clima mundial para que as chuvas cessassem em determinadas regiões, para que eles possam ter o controle final das fontes e assim vencerem a guerra da dependência de água. Enfim, todas são notícias tristes e repugnantes, sejam elas falsas ou verdadeiras. Que se há de fazer: talvez sejam mesmo os ‘ossos do ofício’ da honra de vivenciar os últimos dias do mundo. Maranata!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Filme “Doador de Memórias” toca em Teologia profunda

Assistindo ao filme “O Doador de Memórias” (2014) por indicação de uma irmã, tive a grata surpresa de ver que, apesar da longa estiagem de boas produções da atualidade, ainda é possível ver um bom filme. E qual não foi meu literal encanto, quando percebi que o longa, não tão longo (1h e 37min), embora inserido no velho clichê de uma sociedade isolada por leis severas após um holocausto qualquer, vem tocar diretamente naquela parte mais profunda da Teologia, a saber, aquela que discute se o mundo deveria ter sido criado com o “Livre-arbítrio das emoções espontâneas”, ou se deveria ter sido inventado com aquele modo tão incoerente denunciado por CS Lewis, ou seja, um mundo livre onde a própria liberdade tivesse a censura prévia contra a maldade. O argumento, bem debatido entre as principais personagens, leva o telespectador primeiro a uma visão do “mundo perfeito”, sem guerras, violências, inseguranças ou ódios, com sua razão válida pelo fato de o planeta ter passado por uma crise tão medonha de sofrimento – advindo da violência generalizada das massas nas ruas e dos conflitos entre nações – que se sentiu motivado a aceitar tal mundo frio e insípido, curtindo uma era de paz pétrea e sem sustos. Naquele mundo, entretanto, havia sempre um homem (o sr. The Giver, “o Doador de Memórias”, interpretado pelo grande Jeff Bridges), responsável por guardar o arquivo vivo do mundo anterior, e por passar tais memórias ao seu sucessor, então o jovem Jonas, interpretado por Brenton Thwaites. Após a sua primeira sessão, a memória do velho mundo já o começa a tocar fundo, até ao ponto de ele sentir alguma atração pela bela Fiona, interpretada pela linda atriz Odeya Rush; e em razão da ocorrência deste 'tão proibido e estranho fenômeno' da paixão, segue sua vontade de viver um mundo diferente do seu, no qual até as cores eram proibidas e tudo era “pintado” de preto e branco (aqui houve uma grande sacada do diretor Phillip Noyce: foram os belíssimos olhos azuis da moça que primeiro levaram Jonas a imaginar um mundo colorido, e com isto avivar uma memória que nunca viveu, até ao ponto de fugir de todo o sistema para alcançar, após a última fronteira imposta, as cenas de Natal que viu em suas sessões de recebimento de memórias com o Doador Giver). Perseguido pela “polícia-pacificadora” – ironia das ironias! – do sistema governado pela 'anciã' Chief Elder, interpretada pela premiada atriz Meryl Streep , o jovem Jonas chega ao Natal gelado junto com sua amada, dando início ou reinício ao mundo que Deus julgou melhor ou único que valia a pena criar. Deste modo, o filme age como advogado da tese divina, mostrando à Humanidade que, apesar de toda a violência que reina em nosso mundo, o planeta seria um inferno pior sem as emoções, que deixariam um vazio impreenchível na alma humana, em cujo âmago Deus colocou a saudade da Eternidade (Eclesiastes 3,11). Grande dica: não percam este filme.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

"Sagrado Coração da Terra" e suas canções de inspiração divina


Com o nome mais sugestivo dentre todas as bandas nacionais, o grupo Sagrado Coração da Terra (clique na figura acima para ver melhor) tem adornado com lindíssimas canções o tão medíocre cenário da música nacional moderna, e faz calar toda a crítica especializada de espanto e encanto, para dizer o mínimo. Sem qualquer pudor ou temor de desagradar a crítica, sobretudo aquela que vem da ignorância da visão protestante, o Sagrado Coração da Terra vem fazendo ecoar no mundo os mais belos louvores da Criação e de seu Criador, em composições pra lá de arrojadas e bem elaboradas, carregadas de todo o vocabulário conceitual da New Age e da World Music. São melodias de beleza celestial e arranjos de tirar o fôlego, dirigidos por ninguém menos que Marcos Viana, autor de músicas cintilantes como as trilhas sonoras de novelas como ‘PANTANAL’ e “Ana Raio e Zé Trovão”. E no cancioneiro do Grupo destacamos aqui, a guisa de “resumo da ópera”, uma canção pra lá de profunda, estonteante, inquietante. Para o leitor ter uma idéia do nosso argumento, numa só canção de pouco mais de 5 minutos, o Sagrado Coração da Terra conseguiu, com maestria, fazer uma síntese perfeita da História Terrestre, solar e talvez até cósmica, com base no ditado “quem tem boca vai a Roma”. 
Refiro-me à música “A Leste do Sol, a Oeste da Lua”, cuja letra o leitor deve conhecer NESTE link aqui. Assim, não admira o leitor que seu autor, o grande Marcos Viana, tenha destilado quase tudo o que crê acerca deste mundo perdido e um mundo perfeito, o qual a canção praticamente nomeia em todos os seus sinônimos (Agartha, Shamballa, Gaya, Shangrilá, Éden, etc.) e deixa o ouvinte com o coração palpitante da emoção e do vislumbre de um encontro vivido na chegada da “Alvorada Eterna”, que CS Lewis mostrou em “The Great Divorce”. Além de tudo isso, aquela poesia genial expõe toda a sina de crueldade da história humana sobre Tellus (20.000 anos de guerras!) e ainda a exemplifica com a destruição da Lemúria e da Atlântida, cidades destruídas pela manipulação inautorizada de magias divinas, dadas para uso exclusivo pelo Bem dos povos, e usada por tiranos ávidos de poder (Lewis explicou isso no livro “O Sobrinho do Mago”). Na letra instigante, ali é dito que com a total falta de memória da Humanidade decaída, ninguém conheceu as duas cidades tidas como “lendárias”, uma das quais Lewis usou para explicar como a Magia Verdadeira apareceu em Tellus. Enfim, é a canção do momento... Aquela que recomendamos ao leitor NESTE link, para seu deleite e noite inspirativa. Boa audição e boa noite.

sábado, 20 de setembro de 2014

Reflexão para pasmar filósofos: Hawking, Lewis e o Bóson de Higgs

O grande Stephen Hawking (o que está bem à direita da foto: clique para ampliá-la), físico mundialmente conhecido por sua compleição física debilitada por doença miodegenerativa, acaba de contar que o universo inteiro corre o risco de desaparecer para sempre no vácuo sem fim, como o leitor pode comprovar NESTE link do DN. Tratar-se-ia de uma auto-implosão espontânea – ou manipulada – encadeada no cerne de um Bóson de Higgs, pateticamente chamado de “Particula Deus”, a qual passaria a consumir para o vácuo infinito tudo aquilo que possui massa ou densidade!... Ora, esta notícia até poderia passar despercebida desta Escola, tal não fosse a chocante semelhança entre a palavra de Hawking e uma pungente declaração de CS Lewis, insinuada em vários de seus livros, mas sobretudo exposta no 2º Livro das Crônicas de Nárnia (“Os anéis mágicos”, ou “O Sobrinho do Mago”). Ali, Lewis diz claramente que um dia aparecerá no mundo um líder mundial, um tirano cruel, o qual não titubeará em usar todo o poder concentrado em suas mãos, a saber, o poder de uma tal “Bomba PE” (Palavra Execrável), sobretudo se se sentisse ameaçado em seu governo global, impedindo sua derrota com a detonação de um artefato que desintegraria a infraestrutura de todo o cosmos, levando à extinção definitiva de toda a vida material.

Assim sendo e com efeito, este artefato poderia ser uma “alavanca mágica de ignição” de uma reação inerente ao âmago da matéria densa, levando a própria densidade a uma espécie de suicídio físico, iniciando uma desintegração sem fim de tudo o que contém massa. É como se alguém antecipasse “o fim de todas as coisas” revelado pela Bíblia e pelo próprio Lewis, fazendo na Terra o que Deus fez no Apocalipse de Nárnia e o que Deus fará (segundo as profecias do Novo Testamento) na Terra, antes de instalar o Julgamento Final. Logo, o temor de Hawking não é uma alucinação patética – como muitos céticos devem ter pensado – e, ao contrário, tem elementos de sobra para impor-se no meio científico e fazer carreira, i.e., gerar estudos complementares de comprovação da “teoria” (teoria que aniquila todo o blá-blá-blá enfadonho dos filósofos, o 'pensar-em-círculos' que leva a lugar nenhum, e agora não tem mais um planeta onde por os pés!). O problema é que tais estudos não podem ser feitos agora, ou só poderão ser feitos quando a Humanidade alcançar o último degrau da maldade, a saber, quando o antiCristo ensinar a um líder mundial – que talvez ainda não tenha nascido – a fórmula mágica da “Bomba PE” e deixar em suas mãos a decisão final, caso seu poder se sinta ameaçado pelos homens de Cristo. Eis aí o quadro todo: o retrato exato do Apocalipse, que muitos de nós não veremos em vida, ou assistiremos da Glória!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Uma princesa celta traz uma saudade forte dos monges...


Compondo e interpretando de modo magistral um episódio emblemático da Idade Média, a diva britânica de origem celta, Loreena McKennitt, encanta os ouvidos mais sensíveis com sua belíssima “The Mummer’s Dance” (na velha Gália, o mummer era o monge encarregado de deixar as coisas em ordem, mas principalmente, de manter o silêncio do mosteiro), que no Youtube já encontramos legendada com a belíssima poesia, que trata de um reconhecimento laudatório do trabalho dos monges, verdadeiros salvadores da mensagem de Deus ao mundo (os monges foram, na época em que o “analfabetismo” e a ignorância geral impedia qualquer leitura das Escrituras Sagradas, aqueles que mantiveram a luz da Palavra de Deus acesa no mundo, impedindo que o Depositum Fidei fosse tomado e queimado nas muitas invasões bárbaras da chamada Era das Trevas). Reconhecimento este que traz a singeleza de uma caminhada pelos campos (à vista dos passarinhos cantadores das ninfas), à semelhança do Caminho de Santiago, dos quais se colhem rosas e guirlandas de flores para ornamento do templo, lugar sagrado de sociabilização dos monges, nas únicas ocasiões em que deixavam um pouco a clausura e a contemplação. 
Assim, portanto, ouvir agora “A Dança dos Monges”, em plena era da tecnologia fria das máquinas, é um presente divino aos corações saudosistas, que recebem de Deus a bênção de recordar uma época nebulosa, mas que pela coragem heróica daqueles homens de oração, fez chegar até nós o texto bíblico, junto com um discipulado próspero em crescimento espiritual aos cristãos. Coincidência ou não, o nome de nossa cidade-sede (Fortaleza) também é uma referência longínqua àquela Era em que os bons e os santos conseguiam segurança nas cidades-fortes de então, protegendo a fé que a modernidade banalizou. Aqui, portanto, rendemos homenagem a este grande momento da música mundial, em que o nome de Loreena se inscreve para sempre na categoria das melhores divas da música céltica, no mesmo patamar de uma Enya e de uma Sarah Brightman. Que Deus dê saúde e vida longa para elas!